quarta-feira, 11 de junho de 2008

vício

inconscientemente, me perdi em ti, me perdi em ti, me perdi em ti, me perdi. E aí quando me dei conta nem quis me achar porque

domingo, 8 de junho de 2008

nostalgia

por um instante chego a pensar que amo menos a ti do que minha saudade por ti. amo minha nostalgia, sou nostálgico até o fim, em que me deito teu, e desfaz-se a nostalgia, ela se transforma em presente, e sou teu presente, e és o meu presente. Doce flor do meu viver, amargo mel do meu cantar.
Aurora (8/4/08)

domingo, 25 de maio de 2008

esofágico ou esofagiano

esse vazio me consome................................... virei ar, ou vácuo. não sei nem se sou um ou menos um. cada inverso maluco, e esse vazio sem verso e sem diverso.... tão invário e monótono.... tão cheio de nada. o vazio está de saco cheio de não ser nada, me consome e nem sabe, coitado do vazio, consumir assim alguém cheia de tudo, vai ver ele se sente bem.. e nem sabe... ele me consome e eu consumo ele.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

falta

Amarelo, amarelo, tão amarelo..... muito amarelo!!!!
Não é de Cádmio não, é aquele do cotidiano sobre o qual já lhe falei....
falta das suas rezas, das suas palavras; falta das suas reclamações, de seus gritos; falta das tuas falações e nossas conversações... falta sua...

terça-feira, 20 de maio de 2008

Explicações

E é tudo tão pra mim que não me incomodo em explicar...

quinta-feira, 15 de maio de 2008

ela não se entende mais e as flores não eram pra ela. Como se não fossem mesmo! Que dor ela sentiu! Como todos os poemas que achava que eram pra ela. Agora as flores é que não são. Sua imaginação é tão irrealizante que se esquece, cai nesse profundo sonho aberto e se abre. Caindo numa mandala de cores, profunda. Um penhasco dentro dela, e ainda se deixa cair nele?! "Tola!", ela disse pra si.

Aurora

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Ah, mas se digo que foco em ti é tudo mentira. Preciso focar-me em mim pra me fazer eu mesma. Sou um intenso curso de minha ajuda pois preciso de mim. E podem me chamar de centrada no meu ego. Pois não é isso que sou, fui tão descentralizada que meu alter ego me chama pra dentro de mim, e é aí que me pinto de mim mesma, pra poder manter meu olho focado em mim, que sou só minha. E que me penso tanto só eu. Tanto em mim, que não esqueço de ninguém, são todos mim, mas sou só eu que me penso.