Tudo bem, eu só precisava ver um pouco daquilo que eu me proíbo pra poder me saciar de ficar lembrada...lembrada de que o que eu sei que é verdade é e ninguém mais precisa saber. Quem quiser saberá e quem não quererá? Um dia todo mundo descobre que quer.
Descobre que quer fazer quem nem gente.
Descobre a si mesmo, (mas não esquecer de continuar querendo descobrir mais)
Descobre que dos outros muito resta e que não há espaço para desilusão.
Descobre-se que o mundo está cheio e vazio.
E até mesmo se lembra de descobrir o outro mundo que não deixamos de conciliar em vida terrena.
aquele que é um mundo a parte, e eu ando percebendo dessas coisas.
e enxergando a vontade de conhecê-lo, mesmo temendo perder o juízo lá embaixo.
observar apenas o céu como quem espera que caia um treco de lá... mas tem quem prefira cair no outro mundo...
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
caminha
o que houve o que houve eu não sei...
percebeu que choveu choveu par de 3 dias seguidos e caiu o mundo pra poder nascer o sol outro dia. outro dia de ontem que eu nem pude ver o sol.
mas hoje o vento é mais quente e o meu pântano particular pretende virar um quarto outra vez, e a casa inteira volta a ser casa.
me tranquei no pântano porque ele está com mania de me trazer fertilidade. não só de ideias, mas também de coisas novas que não fazem parte do eumeu.
e esquecer as falas, e errar as músicas, isso não é páreo pra felicidade. que no certinho não deu certo, não veio direito. mas naquele dia eu me larguei e não dormi pra poder fingir brincante e fui de embalo.
não sei se tá fácil de compreender mas tá tão fácil dizer. é disso tudo que eu tô pensando e falando que eu tô sentindo o sol bater e esquentar, fazer txxxx quando bate nessas ideias novas e faz caminhar...
não importa da onde vem a energia e o calor, e até que o sol é maravilhoso quanto a isso. (só preciso dos sol então)
percebeu que choveu choveu par de 3 dias seguidos e caiu o mundo pra poder nascer o sol outro dia. outro dia de ontem que eu nem pude ver o sol.
mas hoje o vento é mais quente e o meu pântano particular pretende virar um quarto outra vez, e a casa inteira volta a ser casa.
me tranquei no pântano porque ele está com mania de me trazer fertilidade. não só de ideias, mas também de coisas novas que não fazem parte do eumeu.
e esquecer as falas, e errar as músicas, isso não é páreo pra felicidade. que no certinho não deu certo, não veio direito. mas naquele dia eu me larguei e não dormi pra poder fingir brincante e fui de embalo.
não sei se tá fácil de compreender mas tá tão fácil dizer. é disso tudo que eu tô pensando e falando que eu tô sentindo o sol bater e esquentar, fazer txxxx quando bate nessas ideias novas e faz caminhar...
não importa da onde vem a energia e o calor, e até que o sol é maravilhoso quanto a isso. (só preciso dos sol então)
sábado, 26 de setembro de 2009
só queria falar um pouquinho
gente, a dor de pensar/escrever/falar sobre algo que incomoda, que é urgente e até um pouco íntimo, é realmente uma dor, além de conceitos psicológicos, é algo físico que ataca no peito, exatamente no entre-seios.
não vou divagar sobre a dor de soco que estou sentindo, não vim aqui para dramalhar.
Falo de algo que me faz só querer fazer uma coisa: assistir o meu filme predileto, sem ter noção de quantas vezes eu vi aquelas cenas... de um filme nem tão bom, com atores figuras-fáceis do cinema americano. Mas se trata de um livro em formato de filme, e talvez se trate um pouco de pessoas que não cresceram, mas isso talvez nem seja tão explícito, de forma que eu percebo isso também pelas roupas que eles usam desde criancinha. lembra quadrinhos... e tem um ótima fotografia.
quem vai me dizer que eu acabei de mudar de assunto? acho que a frequencia de mudar de assunto está aumentando...
enfim, não quero dramalhar, vou deixar isso pra quinta-feira.
não vou divagar sobre a dor de soco que estou sentindo, não vim aqui para dramalhar.
Falo de algo que me faz só querer fazer uma coisa: assistir o meu filme predileto, sem ter noção de quantas vezes eu vi aquelas cenas... de um filme nem tão bom, com atores figuras-fáceis do cinema americano. Mas se trata de um livro em formato de filme, e talvez se trate um pouco de pessoas que não cresceram, mas isso talvez nem seja tão explícito, de forma que eu percebo isso também pelas roupas que eles usam desde criancinha. lembra quadrinhos... e tem um ótima fotografia.
quem vai me dizer que eu acabei de mudar de assunto? acho que a frequencia de mudar de assunto está aumentando...
enfim, não quero dramalhar, vou deixar isso pra quinta-feira.
sábado, 19 de setembro de 2009
pequeninas
se meu medo é um desejo, porque, então, sou de ficar me escondendo atrás de esperanças?
em cada fotografia que eu tiro você se entrelaça nas sílabas.
e em cada palavra escondida na paisagem (qualquer) está sua boca para soletrar.
se eu me confundo toda em ordenação de palavras é porque a inspiração não cabe no meu vocabulário, é porque vocábulo é uma palavra mínima e você é gigante.
e eu sou muito pequena para as palavras cabíveis. e eu sou muito pequena para achar que sei falar.
essa textalhada toda é só gugu-dada.
em cada fotografia que eu tiro você se entrelaça nas sílabas.
e em cada palavra escondida na paisagem (qualquer) está sua boca para soletrar.
se eu me confundo toda em ordenação de palavras é porque a inspiração não cabe no meu vocabulário, é porque vocábulo é uma palavra mínima e você é gigante.
e eu sou muito pequena para as palavras cabíveis. e eu sou muito pequena para achar que sei falar.
essa textalhada toda é só gugu-dada.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
rima para nenhum de nós
minha palavra rima com a sua
quando você escreve
eu fico nua;
se você desiste
eu falo sério;
e se você resiste
à histeria
da minha voz,
à calmaria
do meu após,
eu, deletério,
fico a mercê
de um simples som estéreo
pra poder ouvir o eco
do poço algoz
daquilo que pode ser considerado nós.
quando você escreve
eu fico nua;
se você desiste
eu falo sério;
e se você resiste
à histeria
da minha voz,
à calmaria
do meu após,
eu, deletério,
fico a mercê
de um simples som estéreo
pra poder ouvir o eco
do poço algoz
daquilo que pode ser considerado nós.
rond de jambe en l'air
o combustível da minha respiração não é oxigênio.
o combustível da minha respiração são palavras que só dizem coisas do mundo e coisas do meu mundo.
porque este combustível é produto das mãos e da ca be ça de outrem, que não diz que diz pra mim; de outrem que diz e diz.
e eu me calei até que uma dor me perseguiu em pleno plie. e a dor seguiu justamente o curso de suas palavras, mesmo que eu as tenha visto depois do nó que eu estou na garganta, ouvindo Olga Merson, que eu peguei da professora.
não me adianta tentar chorar aquilo que já intalou, estou enfezada da dor que entrou pela minha boca e não quis sair, porque ttteeem alguma coisa que sempre está lá/aqui.
só pra eu poder tentar chorar
só pra eu poder tentar dizer...
o combustível da minha respiração são palavras que só dizem coisas do mundo e coisas do meu mundo.
porque este combustível é produto das mãos e da ca be ça de outrem, que não diz que diz pra mim; de outrem que diz e diz.
e eu me calei até que uma dor me perseguiu em pleno plie. e a dor seguiu justamente o curso de suas palavras, mesmo que eu as tenha visto depois do nó que eu estou na garganta, ouvindo Olga Merson, que eu peguei da professora.
não me adianta tentar chorar aquilo que já intalou, estou enfezada da dor que entrou pela minha boca e não quis sair, porque ttteeem alguma coisa que sempre está lá/aqui.
só pra eu poder tentar chorar
só pra eu poder tentar dizer...
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
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